O divã fica perto do tejo, dele podemos ver a ponte e o rio, onde os barcos nos levam para longe...
Por vezes sentam-se mais que uma pessoa nele...
cada qual com o seu próprio monologo...
Os monologos, são interiores...
Surgem quando as frustrações do dia-a-dia nos deixam a pensar...
Todos os temos, ainda que a maioria não se dê ao trabalho de os postar nalgum lado...
O tempo é muito e ainda assim parece tantas vezes tão pouco...
Ainda sobre o divã... é alto e parecemos poder tocar no céu e sentir as nuvens se esticarmos o braço, mas nunca chegamos realmente a tocá-las...
Corre sempre uma brisa fresquinha que nos mantém despertos...
Nele os dialogos são variados e quase sempre impessoais, as coisas que nos tocam são tratadas em monologos interiores, como acontece sempre que somos reservados...
De quando em quando recebe visitas, mas a maioria não consegue apreciar o silêncio que desperta os monologos...
Não é vermelho, nem existe nenhum freud a analisar o que é dito... aqui cada um se julga a si próprio, o que é sempre mais dificil...
Por enquanto é assim... mas é recente... por isso vamos deixar passar mais algum tempo pra vermos como decorrem as cenas e os monologos do divã...